O irmão mais velho

Semana passada, levamos o Thomas numa aulinha que explica como a vida vai ser quando o bebê nascer. Na verdade, eu nunca tive a preocupação que ele fosse ficar com ciúmes ou algo do tipo, mas achei que ía ser interessante ver como ele se portava.

Era um grupo de 8 crianças e o Thomas era o mais participativo, não largou o boneco durante todo o tempo (1h e meia), deu beijinho, olhou olhos nos olhos, enrolou no cobertorzinho com todo o cuidado (enrolou e desenrolou umas 3 vezes até sair perfeito), colocou fralda e vestiu (engraçado a sua persistência em descobrir como a fralda se encaixaria antes da professora mostrar) e aprendeu a fazer brincadeiras com o rosto para interagir com o bebê. Também ouviu 9 minutos de um bebê chorando no gravador pra ver como é barulhento e pode ser estressante. Enquanto o bebê chorava, as crianças tentavam adivinhar o que poderia estar causando o desconforto no bebê.

Viram um filminho que mostrava como irmãos mais velhos são importantes e como são amados “just the same”, mas que o bebê demandará mais atenção o que é tudo bem. No final, nós fizemos um tour pela maternidade e as crianças fizeram perguntas. Imagina um monte de criança carregando as bonecas todas enroladinhas pelos corredores – as enfermeiras acharam uma gracinha. Voltamos pra essa sala e fizemos colagens de papel com as cores que os recém-nascidos identificam melhor, com contrastes, e colamos adesivos em um ímã de geladeira como presentes do Thomas para o bebê. Saímos de lá satisfeitos e confiantes de que o Thomas vai ser um ótimo irmão mais velho.

 

 

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