Semana passada, levamos o Thomas numa aulinha que explica como a vida vai ser quando o bebê nascer. Na verdade, eu nunca tive a preocupação que ele fosse ficar com ciúmes ou algo do tipo, mas achei que ía ser interessante ver como ele se portava.
Era um grupo de 8 crianças e o Thomas era o mais participativo, não largou o boneco durante todo o tempo (1h e meia), deu beijinho, olhou olhos nos olhos, enrolou no cobertorzinho com todo o cuidado (enrolou e desenrolou umas 3 vezes até sair perfeito), colocou fralda e vestiu (engraçado a sua persistência em descobrir como a fralda se encaixaria antes da professora mostrar) e aprendeu a fazer brincadeiras com o rosto para interagir com o bebê. Também ouviu 9 minutos de um bebê chorando no gravador pra ver como é barulhento e pode ser estressante. Enquanto o bebê chorava, as crianças tentavam adivinhar o que poderia estar causando o desconforto no bebê.
Viram um filminho que mostrava como irmãos mais velhos são importantes e como são amados “just the same”, mas que o bebê demandará mais atenção o que é tudo bem. No final, nós fizemos um tour pela maternidade e as crianças fizeram perguntas. Imagina um monte de criança carregando as bonecas todas enroladinhas pelos corredores – as enfermeiras acharam uma gracinha. Voltamos pra essa sala e fizemos colagens de papel com as cores que os recém-nascidos identificam melhor, com contrastes, e colamos adesivos em um ímã de geladeira como presentes do Thomas para o bebê. Saímos de lá satisfeitos e confiantes de que o Thomas vai ser um ótimo irmão mais velho.




Estou upgradeando o Wordpress, então vai ficar bagunçadinho por um tempo.
Nesting é a palavra em inglês pra quem está fazendo o ninho. Dizem que quando a mulher fica grávida, o instinto de nesting fica bem aguçado do meio pro final, quando surge uma energia do nada e a mulher fica meio doida arrumando as coisas em casa esperando pelo bebê. A Heliene começou cedo – do outro dia ficou até altas horas da madrugada arrumando temperos em ordem alfabética!
Com o Thomas eu só me lembro mesmo de ter pintado a casa inteira por dentro *sozinha* e o Robert chegava em casa e eu coberta de tinta falando “olha amor, acabei de pintar o teto!!!”.
Dessa vez, nada parecido aconteceu ainda. Ou melhor, aconteceu sim. Na minha cabeça. No meu mundo de conto de fadas, eu teria a disposição de um leão e estaria agora mesmo fazendo altas coisas. Mas mesmo a menor delas, que é passar numa florália da vida pra comprar milhares de flores pra plantar do lado de fora, me dá vontade. E quem me conhece sabe que essa é uma das minhas atividades preferidas.
No entanto, o telefone serve pra isso. No meu nesting meio capenga, eu já tive a faxineira hoje cedo deixando a casa perfumada, já chamei o limpador de janelas que também lava as calhas de chuva e o telhado e agora só fica faltando o cara que lava os carpetes. Foi um longo e tenebroso inverno, daqueles que não se levanta nem um dedinho do pé pra arrumar a casa. Mas logo, logo, ela vai ficar prontinha e limpinha esperando o nosso filhote mais novo chegar.
Semana que vem a gente começa a pintar o quartinho. A gente é meio piada, eu já volto toda quebrada só de usar o microscópio, imagine pintar uma parede..
Thomas ganhou um par de óculos na semana passada e eu *preciso* tirar uma foto dele pra vocês verem que gracinha que ficou. Ele tem usado e cuidado direitinho, mas ontem foi o primeiro dia que ele apresentou a nova imagem na escola. Nunca poderia imaginar que fosse fazer tanta diferença no dia-a-dia dele, pra melhor!
Chegando da escola, o seguinte diálogo aconteceu:
Eu: E aí, Thomas, como foi o primeiro dia de óculos na escola?
Thomas: Foi legal, a Erica e a Katie agora são minhas amigas.
Eu: Ué, elas não eram suas amigas antes?
Thomas: Mais ou menos, mas agora elas disseram que eu estou muito fofinho de óculos. E agora eu também faço parte do clube secreto.
Eu: Clube secreto? Quem faz parte desse clube?
Thomas: A Erica, a Katie, a Diana, e agora, eu.
Eu: Ah, que legal!
Thomas: É, mas eu ainda não sou o BFF* delas.
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* BFF: best friend forever; gíria usada pela maioria dos adolescentes por aqui. Acho que começou com a Paris Hilton.
Gostaria de deixar bem claro que dispenso “conselhos” de quem quer que seja, de como devo ou não devo parir. Eu acho hilário que gente que nunca passou por um parto vir me dizer o que fazer com o meu corpo. Hilário não – nojento.
O fato é que ninguém passou pelo o que eu tive que passar, ninguém esteve no meu lugar quando eu achei que meu filho não ía sobreviver e ninguém pode me dizer que eu não fiz as minhas pesquisas. Como boa pesquisadora da área médica, eu leio MUITOS artigos científicos todas as semanas e sei distinguir o que é válido ou não. Eu não leio website de autoria duvidosa pra tirar minhas conclusões, nem livros escritos por alguém que tem uma agenda a cumprir. Cientificamente, existe muito mais entre um tipo de parto e outro que uma mente leiga pode imaginar. Eu sou uma mulher das ciências, e como tal, não tiro conclusões assim tão facilmente. Tudo é relativo.
Finalmente, não faço parte da estatística brasileira de quem faz cesárea pra não perder a hora com a manicure ou porque me é mais conveniente; chegar no meu blog pra subir num pedestal e esperar que fique tudo por isso mesmo, é um tanto presunçoso. Meu primeiro parto acabou numa sala de cirurgia pra salvar duas vidas, a minha e a a do meu filho. Existe um risco maior em tentar um parto vaginal agora, embora pequeno, que eu pretendo não correr, especialmente quando o risco é de vida do meu filho, não minha.
Por isso escolho um milhão de vezes a cesárea repetida – porque qualquer médico vai te dizer que uma cesárea marcada é infinitamente mais segura que uma de emergência.
O parto é um momento glorioso, não pela maneira como foi feito, mas porque uma vida se inicia. Mas é assim mesmo: nós mulheres tentamos de tudo pra ter a festa de casamento perfeita e o parto perfeito, mas às vezes nos esquecemos que tem sempre um dia seguinte, quando a festa já acabou. É aí que a gente tem que se concentrar. Mas a vida ensina, ah se ensina.
De qualquer forma, não sou daquelas que dizem que a sua religião é pior que a minha. Espero que cada mulher do mundo tenha a sorte de ter o parto que ela se sentir mais segura, seja lá como ele for feito. Porque de 20%-30% das mulheres não têm essa chance, assim como eu não tive. E me dizer que meu parto é menos humano porque quero que dessa vez seja diferente não só é covardia, mas como também é ignorância de sua parte. Eu espero que ninguém jamais tenha que passar pelo medo que eu passei – eu não tive medo da dor e aguentei ela por 36 horas em trabalho de parto. Tive medo da morte, e ninguém deveria dar a vida assim.
Update do post anterior é chocante! Eu não sei maiores informações, mas como conheço um monte de gente que está grávida e está indo na mesma obstetra do que eu (a que eu quero sair), acabei de receber notícias de uma delas dizendo que a tal médica NÃO vai mais trabalhar nessa clínica e pediu pra ela arrumar outro médico!!! Ninguém sabe pra onde ela vai.
*queixo cai no chão*
Eu felizmente arrumei um médico excelente que fez o parto de um monte de gente que eu conheço, mas ainda não tinha postado nada depois do meu dia pity-party que me fez escrever o post anterior. A única coisa que faltava era que eu ainda tinha muita pena de deixar a médica atual que vem me acompanhando há 7 anos. Depois dessa notícia de hoje, me senti TÃO aliviada, mas TÃO aliviada! Se foi sexto sentido eu não sei, porque eu tinha a singela impressão que ela iria sair de férias em agosto e isso (junto com outros fatores) me moveu a procurar outro médico que fosse com certeza estar aqui. Assim daria tempo pra eu me adaptar e conhecer o novo médico. Eu não queria de jeito nenhum que ela me desse a notícia na reta final e me deixasse a ver navios. Até porque eu não vou muito com a cara de nenhum dos outros médicos da clínica dela, e odiei ter feito o parto com uma outra médica que nem abriu a boca pra falar comigo entre o push e a cesárea de emergência do Thomas.
Foi a notícia mais chocante, mas tranquilizadora, que eu recebi nos últimos tempos. Agora mesmo não tem como eu olhar pra trás e ficar preocupada. Esse médico novo é um senhor fofo que tem a reputação impecável por essas bandas. Agora sim, estou feliz. Muito feliz que isso acontece agora e não quando já fosse tarde demais pra mim. Acho que vou jogar na loteria também, pra aproveitar a boa sorte.
Mas ainda continuo chocada, pois um monte (um monte!) de brasileira vai nessa médica e agora estão todas órfãs.
Desde que escolhemos um novo pediatra para o Thomas e pro novo bebê – um que eu adorei logo de cara – resolvi trocar de obstetra e de hospital também por muitos motivos. O problema é que fui recomendada para um hospital que eu AMEI e pra 5 obstetras que parecem ser ótimos. Agora, não só nenhum desses 5 médicos está aceitando novos pacientes, ou porque a clínica já está lotada ou porque já passaram do número de nascimento do mês de agosto, como nenhum outro médico das mesmas clínicas está aceitando também. Isso é coisa de mais de 10-15 médicos e eu estou completamente frustrada.
Até existem outros médicos que eu poderia tentar, mas eu não sei nada sobre eles e não me sinto confortável em fazer a mudança dessa forma. Eu queria um cirurgião experiente, então recomendação pra mim é super importante. O pior é que eu montei o caso tão forte na minha cabeça de que não queria voltar pra minha antiga obstetra e muito menos pro meu antigo hospital, que agora estou super triste porque não vou ter outra opção. Eu gostaria muito que essa nuvem saísse de cima da minha cabeça quanto a isso, mas sei que vou ficar muito irritada daqui pra frente toda vez que tiver que esperar 1h na sala de espera pra ver minha médica antiga por 5 minutos e ainda nem saber se ela vai estar de férias ou não em agosto. (Eu acho que se esse dia chegar dela me avisar que não vai fazer meu parto, eu acho que vou sair da sala e nunca mais voltar) Só mandando todo mundo pro raio que os parta pra poder aliviar essa angústia, viu? Enquanto todo mundo planeja o parto ideal, eu não consigo nem achar alguém que eu confie pra abrir a minha barriga.
Se tirassem uma foto da minha cama hoje de manhã, eu provavelmente colocaria num porta-retratos.
Fui a primeira a abrir os olhos, ainda meio zonza, e joguei meu braço pra abraçar o Robert. Só então percebi uns grunhidos vindos debaixo do edredon. Como o Thomas e a Chloe se enfiaram num espaço quase milimétrico eu não sei, mas está mais do que óbvio que precisamos comprar uma cama maior. A cena era a seguinte: Robert numa ponta virado pra beirada do colchão, roncando que era uma desgraça. Aí vem o Thomas, todo espaçoso, pernas e braços pra tudo quanto é lado. Chloe, coitada, de barriga pra cima, nem se abalou em ser amassada e nem abriu os olhos. E eu, com uma barriga que só dá pra dormir de lado, estava quase caindo da cama e praticamente sem travesseiro. Eu tive que cutucar o Robert pra ele ver a cena, o que foi bom, porque pelo menos começamos o domingo rindo.
E hoje faço 24 semanas de gravidez, que é uma data importante já que marca o ponto de viabilidade do neném. Ou seja, se ele nascesse hoje teria chances de sobreviver. O menino mexe bastante, acho que ele sofre de insônia, só espero que não nasça todo enrolado no cordão umbilical como foi o caso do Thomas. Vai ver terei dois jogadores de futebol? O que não tem mexido nada ultimamente é o meu estômago, que acha que é apenas repositório de comida e esqueceu de fazer a digestão, me fazendo rever o jantar logo antes do café da manhã. Por conta disso meus jantares têm (me recuso a tirar o acento) sido não depois de 6 horas da tarde e passo longe de carne depois do almoço. No entanto, tenho certeza que isso tudo era culpa do Omeprazol que eu estava tomado pra evitar o refluxo. Sinceramente, eu prefiro o refluxo.
É aquele negócio, se ficar o bicho pega, se correr o bicho come.
Minha mãe ficou falando tanto nos crepes maravilhosos que eles comeram na festa dos aniversários da minha tia e do meu irmão, que eu tive que comentar com o Rob que eu agora *precisava* comer crepe. O gostinho tava na minha boca o dia inteiro. Ele aceitou na hora e disse que ía passar no mercado e ele mesmo ía cozinhar. Ele cozinha bem e tem nos alimentado nos últimos meses, mas confesso que fiquei apreensiva com a estória do crepe. Procurei uma receita pra massa e lá foi ele fazer. “Não se preocupe!” disse ele. Disse que cresceu vendo a mãe fazendo uma sobremesa lituana de nome impronunciável que consiste da massa do crepe com recheio de ricota e blueberries. Ai, ai, ai. Todo mundo sabe que quando homem diz “não se preocupe” é quando você realmente precisa ficar preocupada.
Mas ele me surpreendeu. Fez com pedacinhos de frango de padaria (daqueles que desmancham na hora de cortar), tomates, cebola, queijo ou cream cheese e cebolinha picadinha. De sobremesa, tinha de banana com canela e açúcar e de morango com nutella, esse último devidamente devorado pela minha pessoa sem dó nem piedade. Nunca fiquei tão feliz depois do jantar!
Já que ele está indo tão bem, quem sou eu pra tirá-lo da cozinha, não?
Eu estava lendo um pouco sobre medos e como tem muita criança que toma atitudes drásticas a experiência negativa, as famosas fobias. Achei engraçado a professora explicando que os medos de vomitar e de trovão são os mais comuns entre crianças, mas que também já tinha visto casos de crianças com fobias de soluço, de alga e de pessoas fantasiadas…
Mas peraí, como ela pode colocar no mesmo saco fobia de algo ridículo como alga com fobia de pessoa fantasiada? Eu tenho pavor de pessoa fantasiada até hoje e conheço outras pessoas que tem o mesmo medo e não acho nem um pouco surreal. Até hoje não entendo como acharam que ía ser divertido colocar na televisão o Bozo e o Fofão pra gente ver…
Dizem por aí que no próximo filme do Sex and the City, Mr. Big vai trair a Carrie.
Eu gostava muito dessa série mas, sinceramente, me irrita ver a Carrie atrás desse cara boçal e ainda casar com ele. Antes era engraçadinho, mas agora já deu. Tem que ser muito burra e masoquista, caramba! Eu não me identifico nem um pouco com a personalidade dela e não faço a menor questão de continuar vendo alguém dando murro em ponta de faca.
Estou bem abaixo do peso que deveria ter ganho até agora, culpa dos enjôos frequentes e do estômago comprimido. Mas ultimamente eu tenho simplesmente babado pra todo tipo de comida que eu vejo. Detalhe: eu acabei de almoçar. Aí, fui assistir um programa do Claude Troisgros e me deu uma vontade louca de tomar sopa de lagosta com vinho, vim pro computador procurar uma receita melhor do que a que eu já tenho (e colocar os vinhos na wish list), aproveitei e passei no blog da Luciana e fiquei salivando pra comer morango (isso porque eu tenho comido morango TODOS os dias), voltei pra televisão pra terminar o programa e eles já estavam em outro mostrando como a economia estava afetando os vendedores de ruas: agora eu *preciso* comer pipoca e milho cozido.
E pra piorar não tem nada disso aqui em casa, os morangos estão mofados e tem uma panela enorme de estrogonofe pro jantar – que eu não estou com a mínima vontade de comer. Ó vida.
update: Eu preciso sair da internet. IMEDIATAMENTE. Fui no site do Central Market porque é lá que eu vou comprar a lagosta pra sopa de hoje à noite, e dou de cara com um sorvete de coco natureba (conto se gostei depois) que eu preciso tomar também. Veja bem, eu não consigo chegar perto de coco há 4 anos, desde que me entupi de doce de coco no Brasil.
penne ao funghi daqueles que é só adicionar água
batata calabresa bem apimentada
mexilhão
batata doce
vinho viognier
Nunca se ouviu falar de uma reunião das pessoas mais queridas, que provocou tantas lágrimas, tantas gargalhadas e tanto tanto amor. As fotos abaixo são uma tentativa frustrada de passar 1% do que foi aquela noite de dezembro, por isso só coloquei aquelas que me faz lembrar o quão divertida ela foi. Nenhuma delas digna de álbum de fotografia de casamento, mas são as mais espontâneas e as mais reais pra mim.
Depois de 22 anos juntos, minha mãe e meu padrastro (que para o Thomas é simplesmente o vovô), celebraram de maneira que não poderia ser mais perfeita, a união das família Peixoto Mendonça e Fonseca. Durante a cerimônia, ninguém conseguiu não chorar, NINGUEM! Fora isso, as fotos dispensam comentários: o riso saiu muito fácil da boca de todo mundo, foi uma noite de felicidade completa.
Clicando no link abaixo, dá pra ver as outras fotos.
Acordei meio esquisita hoje, depois de uma noite cansativa cheia dos sonhos elaboradíssimos (eu realmente descanso mais acordada do que dormindo, atualmente), e dei de cara com uma discussão saudável entre duas amigas sobre o papel da mulher na sociedade de hoje. Ambas diziam estarem mais confortáveis entre homens do que entre mulheres, o que me chamou a atenção porque eu sempre achei que era assim que eu me sentia também. Mas não é verdade. É claro que eu não sou super mulherzinha a ponto preferir estar entre mulheres 100%, mas eu diria que existem coisas que só a amizade masculina pode proporcionar e outras tantas que só a amizade feminina pode. Então eu acho que pra mim é 50%.
Isso me fez ponderar o que diabos eu faço participando de websites onde só mulheres grávidas participam. Ora, pipocas, se os ânimos se exaltam facilmente entre mulheres não grávidas, imagine com uma dose extra de hormônios e discutindo tópicos super controversos. O drama rola solto e eu rapidamente perco o interesse, mas acabo voltando porque até que interessante ver a opinião e as razões de cada um.
Eu sempre fico encantada de ver pessoas que pensam muito diferente de mim, mas que tem razões muito sensatas pra pensar diferente. Só não gosto quase a cabeça se fecha e continuam sustentando algo que leram rapidamente num site que qualquer um pode ter criado. Sustentar um argumento como se fosse verdade absoluta até o final pra mim só é sinal de burrice e intransigência. Gosto quando as pessoas têm suas opiniões mas ao mesmo tempo tem a cabeça aberta o suficiente pra aceitar que a realidade de uma não necessariamente é a realidade da outra. Mudar de opinião é saudável e respeitar a opinião e as decisões das outras pessoas sempre é importante, mesmo que isso não aconteca com você.
Muitas opiniões que eu tinha quando o Thomas nasceu são mais suaves hoje em dia e estou mais longe de julgar quem pensa ao contrário. Opiniões sobre amamentação, parto, aborto, educação, vacinação e circumcisão, NÃO são verdades absolutas pra nenhum dos lados e cada mulher (ou casal) faz o que acha melhor. Ninguém tem o direito de apontar o dedo no nariz de outro e o acusá-lo de fazer menos pelo filho, ou de não fazer o que é “melhor”. Quem faz isso, sinceramente, me deixa enojada.
Isso não quer dizer que eu não tenha fortes opiniões sobre os tópicos acima, só quer dizer que jamais vou dizer a qualquer mulher o que é melhor pro filho dela.